
Montagem Criada por: Wellington Guimarães
Caricaturas por: Samuel Cezário
Pintura das Caricaturas por: Luzia Aparecida
Desenho
O desenho é um suporte artístico ligado à produção de obras bidimensionais, diferindo, porém, da pintura e da gravura. Neste sentido, o desenho é encarado tanto como processo quanto como resultado artístico. No primeiro caso, refere-se ao processo pelo qual uma superfície é marcada aplicando-se sobre ela a pressão de uma ferramenta (em geral, um lápis, caneta ou pincel) e movendo-a, de forma a surgirem pontos, linhas e formas planas. O resultado deste processo (a imagem obtida), portanto, também pode ser chamada de desenho. Desta forma, um desenho manifesta-se essencialmente como uma composição bidimensional formada por linhas, pontos e formas.
A representação do homem vitruviano, como imaginado por Leonardo da Vinci, é um dos desenhos mais conhecidos do mundo
O desenho envolve uma atitude do desenhista (o que poderia ser chamado de desígnio) em relação à realidade: o desenhista pode desejar imitar a sua realidade sensível, transformá-la ou criar uma nova realidade com as características próprias da bidimensionalidade ou, como no caso do desenho de perspectiva, a tridimensionalidade.devemos sempre saber que desenhos são geralmente assistidos pelas crianças.
Desenho como projeto
O desenho nem sempre é um fim em si. O termo é muitas vezes usado para se referir ao projeto ou esboço para um outro fim. Nesse sentido o desenho pode significar a composição ou os elementos estruturais de uma obra.
Na existe a distinção entre as palavras diseño (que se refere à disciplina conhecida como design nos países lusófonos, ou ao projeto, de uma forma geral) e dibujo (que se refere ao desenho propriamente dito). Estudos etimológicos de Luis Vidal Negreiros Gomes indicam que também no português existiam essas nuances de significado, com as palavras debuxo significava esboço ou desenho e que a palavra desenho tinha o sentido de projeto. Com o tempo o debuxo deixou de ser usada e o desenho mudou o significado, mas preservou algumas dos sentidos de projeto. Atualmente a língua portuguesa incorporou a palavra design que comporta o sentido de desenho como projeto.
Desenho, gravura, pintura
Entre os suportes artísticos tradicionais, três deles manifestam-se em duas dimensões: o próprio desenho, a gravura e a pintura. Embora o resultado formal de cada um deles seja bastante diferente (embora o desenho e a gravura sejam similares), a grande diferença entre eles se encontra na técnica envolvida.
A gravura difere do desenho na medida em que ela é produzida pensando-se na sua impressão e reprodução. Seus meios mais comuns de confecção são a xilogravura (em que a matriz é feita de madeira), a litogravura (cuja matriz é composta de algum tipo de pedra), a gravura propriamente dita (cuja matriz é metálica) e a Serigrafia (cuja matriz é uma tela) uma técnica de imprimir sobre tecido. Existe ainda uma técnica chamada monotipia, mais próxima da pintura, na qual se obtem apenas uma impressão.
Um aspecto que diferencia o desenho da pintura é que, ao desenhar, um artista usa cores puras e não pode misturá-las antes da aplicação, enquanto na pintura, cores novas são geralmente criadas através de misturas.
Gesto
Um desenho composto basicamente de linhas, com algumas texturas e sombreados
A composição pictórica expressa pelo desenho pode representar situações e realidades diversas: aquilo que o artista vê quando desenha, uma cena lembrada ou imaginada, uma realidade abstrata ou, no caso do desenho automático (proposto pelos surrealistas), pode vir a surgir com o movimento livre da mão do artista através do papel (ou de outra superfície). No processo da grafomania entóptica, em que os pontos são feitos nos locais das impurezas ou de variações de cor em uma folha de papel em branco, e as linhas são feitas então entre os pontos, superficialmente falando, o tema do desenho é o próprio papel.
Estas várias atitudes do desenhista em relação ao resultado do desenho manifestam-se através da técnica escolhida por ele, evidenciada pelo seu gesto. O gesto está profundamente relacionado à natureza dos movimentos da mão humana e à forma como a visão (ou o raciocínio visual, de uma forma geral) os influencia. Algumas técnicas, quando de uma abordagem figurativista do desenho, incluem:
Linha pura
Este é um desenho composto predominantemente por linhas (as quais simplesmente delimitam os objetos desenhados, sem a intenção de explicitar seus sombreados ou texturas). É normalmente o primeiro tipo de desenho com o qual um estudante entra em contato – o que não significa que seja este um tipo de desenho de pouca complexidade. A linha pura também é utilizada como etapa inicial do desenho de uma perspectiva.
Tom de linha
Este é um tipo de desenho que pretende, além de delimitar os objetos, representar suas texturas, mas ainda não incorpora dégradés ou matizados, gerados pela gradação de tons de cinza (embora o peso das texturas aplicadas assumam efetivamente tal papel). Pelo seu caráter, é também uma técnica bastante utilizada na gravura.
O principal elemento deste tipo de desenho é o tracejado, trama ou textura, padrões gráficos que são usados para representar uma determinada textura, cuja manipulação e gradação de peso permite sombrear os objetos. A aplicação de valores tonais, organizados a partir de uma fonte de luz que indica zonas de luz e sombra, acentua a percepção de volume e tridimensionalidade dos objetos em uma composição, características que reforçam a ilusão de profundidade em um desenho. Os materiais mais comuns para o uso dessa técnica são os nanquins (bico-de-pena) e lápis de grafite mais rígido, em espessuras variadas.
Tom puro
Este tipo de desenho faz uso extenso das técnicas conhecidas como sfumato e chiaroscuro, de modo a construir formas, figuras e espaços através de relações de contraste entre luz e sombra e meios-tons, sendo assim uma representação composta por manchas e texturas suaves onde a linha praticamente desaparece entre vários degradês. Os materiais mais usados aqui são o grafite, o carvão e os pastéis. Instrumentos como o esfuminho auxiliam o espalhamento do grafite e a gradação de meios-tons e sombras. Materiais como nanquins e bicos de pena são inadequados para evidenciar os volumes, as sombras e as formas dos objetos, sendo mais apropriado o uso de aguadas em nanquim aplicadas em pincel, técnica que concilia tanto uma grande versatilidade expressiva como um refinado detalhamento tonal.
Material
Diversos materiais para traçado
A escolha dos meios e materiais está intimamente relacionada à técnica escolhida para o desenho. Um mesmo objeto desenhado a bico de pena e a grafite produz resultados absolutamente diferentes.
As ferramentas de desenho mais comuns são o lápis, o carvão, os pastéis, crayons e pena e tinta. Muitos materiais de desenho são à base de água ou óleo e são aplicados secos, sem nenhuma preparação. Existem meios de desenho à base d’água (o “lápis-aquarela”, por exemplo), que podem ser desenhados como os lápis normais, e então umedecidos com um pincel molhado para produzir vários efeitos. Há também pastéis oleosos e lápis de cera. Muito raramente, artistas utilizam tinta invisível (geralmente já revelada).
Fonte: http://pt.wikipedia.org/wiki/Marvel_Comics
Ass: Luzia Aparecida.

Um pouco da História da Marvel
A Marvel nasceu nos anos 30 do século XX, por Martin Goodman, como Timely Comics.
A sua primeira publicação ocorreu em 1939, foi um gibi com cores vibrantes que chegou como bancas sem pretensões Americanas e números de edição, tinha apenas o mês “Outubro” e foi impresso em branco.O Exemplar custava 10 centavos e prometia muita ação “, mistério e aventura “. Seu nome era Tocha Humana, o primeiro personagem de uma capa incluída na lista – os demais eram Anjo, Príncipe Submarino, Cavaleiro Mascarado e Ka-Zar.
Nos anos 40 a Timely Tornou-se conhecida, por publicar o herói patriota Capitão América.
Nos anos 50 assim como outras editoras ela passou por uma crise aonde nessa época os seus gêneros vinham com desenhos de monstros científicos e sem final dos anos 60 seguiu o caminho de sua principal concorrente uma da DC Comics que reviveu histórias de super heróis como a da Liga Justiça. A Heróis Marvel Criou O Quarteto Fantástico obtendo grande sucesso o que levou uma Criar uma outras histórias de super-e se destacando o Homem Aranha criado por Stan Lee e Steve Ditko.
As histórias da Marvel se destacaram entre as demais da área por Serem mais parecidas com uma realidade dos adolescentes, levando a revolução das histórias em quadrinhos. Fazendo assim a sua concorrente também seguir o mesmo caminho. Isso deu um prestigio Stan Lee que se Tornou diretor da empresa. No início dos anos 70 como favoráveis Estavam coisas não para o setor ea Marvel passou por diversos novos diretores e nenhum final dos anos 70 já não tinha mais crise, graças às jogadas de marketing nas distribuições das revistas e renovação.
Em 1988 a Marvel foi comprada pelo Investidor / empresário Ronald Perelman, que colocou uma empresa na Bolsa de Nova Iorque e promoveu o Aumento do número de títulos publicados.
A Marvel ganhou bastante dinheiro no início dos anos 90 Devido ao boom das histórias em quadrinhos, mas no meio dessa década passou por outra crise financeira, com Acusações de que Perelman havia tirado todo o dinheiro da empresa em proveito próprio
Como conseqüência disso a Marvel anunciou que o seu distribuidor exclusivo passaria um Ser o Heroes Mundo que fez com que toda uma indústria de distribuição de revistas de histórias em quadrinhos sofresse.
O investidos Carl Icahn tentou inverter uma situação da Marvel, mas após batalhas judiciais o controle da empresa em 1977 passou para Isaac Perlmutter, proprietário da Toy Biz. Onde junto com o seu sócio Avi Arad, o seu editor Bill Jemas, e diretor Joe Quesada reergueram uma maravilha.
Além da revitalização das revistas da empresa, alguns dos seus personagens foram licenciados para se tornarem filmes de sucesso, principalmente X-Men, X-Men Origins, Wolverine, Homem-Aranha, Quarteto Fantástico, Homem de Ferro e Blade.
A Marvel continua sendo um principal editora norte-americana de histórias em quadrinhos, mesmo não sendo a mesma de décadas passadas. A Marvel sempre inovando marcou também por fazer parceria com adaptações de Hollywood com filmes de sucesso para, exemplo disso foi Homen-Aranha, em 2002.
Em 2007 a empresa inovou novamente, anunciando a Marvel Digital Comics Unlimited, um arquivo digital de cerca de 2.500 edições de histórias em quadrinhos antigas, disponíveis para leitura após o pagamento de uma pequena taxa mensal ou anual.
No dia 31 de agosto de 2009 foi anunciada a compra da Marvel Entertainment pela Walt Disney, em troca de pagamento em dinheiro e ações no valor de 4 bilhões de dólares (cerca de 7,5 bilhões de reais).

Por Samuel Cezário
Fonte: http://pt.wikipedia.org/wiki/Marvel_Comics
Ass: Joselmo de Farias Costa

Setembro 4, 2009
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